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  • Cover Onder Jagers en Krijgers
    Onder Jagers en Krijgers (boek)

Entre Caçadores e guerreiros

Meandros entre culturas

Frans J.B. Leeuwenberg • Boek • hardback

  • Samenvatting
    Entre caçadores e guerreiros
    Este livro consiste de experiências pessoais do autor entre 1990 e 2010 com diversas tribos indígenas, sua dependência da fauna silvestre e constante influência dos moradores do entorno.

    Capitulo I. Primeiros contatos com uma comunidade indígena
    Neste capitulo é descrito como o autor teve sua primeira apresentação/entrada /contato com os índios Xavante no centro-oeste do Brasil.

    Capitulo 2. Seremãdi, meu i’amõ, meu parceiro
    Os Xavante indicaram um parceiro (fixo) para acompanhar o pesquisador durante todo o trabalho. Um índio mais velho, que controlasse e acompanhasse o pesquisador nas muitas caçadas comunitárias. Este capítulo trata do ambiente e atmosfera em que o velho Seremãdi cresceu durante os 12 anos antes do primeiro contato com o mundo moderno.

    Capitulo 3. Du, a tradicional da caçada de fogo.
    O capitulo descreve uma expedição de caça da comunidade Xavante quando todos os homens adultos e jovens em formação, orquestram um fogo silvestre para cercar os animais de caça. A atmosfera no entorno da reunião preparativa e a própria caçada.

    Capitulo 4. Sereburã, nas pegadas do passado.
    Neste capitulo o pajé Xavante Sereburã viaja com seu filho e o autor para Rio de Janeiro para analisarem fotos (ainda preto-branco) do tempo dos primeiros contatos. Experiências com um velho pajé desconfiado, que teve dificuldades de adaptação com o avião, a escada rolante, os elevadores, o caos do tráfico, a comida estranha, a pobreza da crianças de rua e uma visão no meio de uma favela, foram emocionantes.

    Capitulo 5. Dabassa, a caçada de casamento
    Tem uma detalhada descrição da última caçada de casamento prolongada em 1992: a reunião preparativa e os muitos dias de caçadas e acampamentos diferentes, a atmosfera no acampamento e tensão perto do Rio das Mortes.

    Capitulo 6. A formiga e a anta.
    Este é o capítulo mais política com os Xavante. Um mega-projeto ligado com a navegação fluvial estava ameaçando os recursos naturais e consequentemente subsistência dos Xavante e diversos outros tribos indígenas no centro do Brasil. Teve uma ligação com o febre para soja e sua exportação para Europa e China.

    Capitulo 7. A historia dos Xavante
    Este último capítulo sobre os Xavante trate se sobre a história deste povo desde 1750 e é baseado numa pesquisa ampla de literatura e combinado com extensas entrevistas e conversas comum que o autor teve com nove velhos Xavante, que todos nasceram nos tempos antes do primeiro contato em 1946.

    Capítulo 8. Reflexões e perspectivos.
    Uma reflexão geral sobre a situação histórica e atual dos índios no Brasil. Uma discussão sobre as atuais ameaças vindo do dentro da cultura indígena e vindo de fora. Uma diagnóstica sobre a viabilidade de sobrevivência física e cultural de todos os índios. Uma estimativa realista é dado sobre a chance das gerações jovens atuais para preservar sua identidade, língua e cultura e sobre os riscos que correm a se perder numa sociedade agressivo visando o consumo e um oportunismo política.
  • Productinformatie
    Binding : Hardback
    Distributievorm : Boek (print, druk)
    Formaat : 150mm x 215mm
    Aantal pagina's : 407
    Uitgeverij : Frans J.B. Leeuwenberg
    ISBN : 9789463455824
    Datum publicatie : 05-2019
  • Inhoudsopgave
    I. Introduçao 1
    II. Primeiros contatos com a comunidade indígena 4
    III. Seremãdi. meu i’amõ, meu parceiro. 17
    IV. Du – a caçada de fogo 45
    V. Sereburã, nas pegadas do passado. 69
    VI. A última Dabassa, a caçada de casamento 103
    VII. A Formiga e a anta 153
    VIII. A história dos Xavante 182
    IX. A aliança dos Povos da Floresta 233
    X. Os Katukina 266
    XI. Abacaxinawá, os Huni-kuin do Jordão 285
    XII. O Povo dos Andes: Ashaninca (os Kampas) 320
    XIII. Considerações e perspectivas 358
    XIV. Autobiografia 390
    XV. Agradecimentos 399
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Fragment

do capitulo 2. Durante uma caçada e exploração do lado norte da reserve.

Tínhamos ainda uns 40 km até chegar no final da estrada. Entramos no carro e os Xavante começaram - com muita sinceridade - a conversar na sua própria língua até chegarmos a uns 10 kms à frente, onde paramos para tomar um café com o Baiano. Baiano era um velho vovô negro, com sua família e netos numa casinha de palha, à beira da mata ciliar. Tomamos café e o velho começou a falar: “Sim, chegaram aqui também uns seis dias atrás, me obrigaram a assinar com o dedo um papel, sem nem explicar o que tinha escrito nele. E me mandaram sair da casa em duas semanas, ou eles iriam acabar com todos nós”; e continuou, meio chorando: “Pegaram meu netinho na minha frente e colocaram a pistola na cabeça dele e falaram que, se não sairmos, nos matam, matando meu neto assim na minha frente primeiro”.
Puxa vida! Me arrepiei, pois sabia que eles queriam sacanear e amedrontar os pistoleiros. Um erro estúpido e a situação estaria fora de controle. Meia hora depois, chegamos na frente da casinha de conhecidos e vimos umas quatro figuras se mexendo na varanda. O Toyota foi em linha reta na direção, e vi os pistoleiros se levantando, alguns já com a mão para trás. Eles estavam, com certeza, surpresos e assustados com a aparência dos Xavante pintados, com rabinho e com cara de muito bravo. Estavam todos tensos, tanto eles como nós. ×
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